29/07/07

O segredo

Algumas conclusões sobre mim me deixam aterrorizado, e imagino que o mesmo ocorra esporadicamente com cada um dos seres humanos que cultivem doses de consciência e auto-avaliação.

A conclusão da vez diz respeito à mola mestra do meu desenvolvimento profissional e intelectual:

 

"Pessoas que exigem muito de si acabam conseguindo muito de si mesmos, e têm grande sucesso, mas nunca ficam felizes."

 

As palavras foram proferidas a mim por um de meus melhores amigos, e esboçadas dias antes por minha terapeuta. Eu não seria capaz de negar uma virgula sequer desta observação.

 

Aliás, esta pode parecer uma expressão banalizada, estereotipada pelos ditos perfeccionistas, todavia minha preocupação comigo diz respeito à tais palavras vividas ao extremo.

É, deveras, uma pressão muito louca.

 

27 comentários:

Fernando disse...
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Lóri disse...

Exigir muito de sí tudo bem. Só acho que não pode exagerar muito, como as vezes você faz, guri. Dê um descanso pra você mesmo de vez em quando. ^.~

Anônimo disse...

Não prescinda do crescimento pessoal e a ascenção profissional, como de resto tudo, virá a reboque.
Cadinho RoCo

Anônimo disse...

A questão é: o que é a tal da felicidade?
E será que você não é feliz dentro do processo e dessa sua exigência consigo mesmo?

Sei lá, é só um questionamento.

Um beijo.

EDIMAR SUELY disse...

Creio que todos nós nos sentimos um pouco aterrorizados fente as mesmas situações.

Passei para conhecer seu interessante espaço e deixar meu carinho.

Desejo uma linda semaninha e muita pz.

|Smack!

Edimar Suely
edi_suely.blig.ig.com.br

Anônimo disse...

eu? sou exatamente assim ó: Tatit.

Anônimo disse...

E ó. Devidamente "linkado", tu. Pra não fugir mais da vista.
;)
Beijos,
Tatit.

Fernando disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Fernando disse...

Maucir, confesso que desconheço o filme citado, mas é de grande valia quando algo que escrevo toca alguém de alguma forma.

Quanto a frase, gostaria de indicar um excelente livro, caso ainda não tenha lido: "Principios Fundamentais de Filosofia"( George Politzer). Muitas coisas ficarão mais claras.

Acredito no trabalho enquanto refinador de nossas atividades que nos propomos. Na medida certa, diga-se de passagem.

Link do Teatro da mente no Coletor.

Abraço

Fernando disse...

PS: Cometi a gafe de grotescos erros nos comentários anteriores.

Copiei, reformulei e apaguei os tortos.

Abraço

Fernando disse...

Tranquilamente!

Melissa disse...

Sempre nos exigimos muito, mas devemos ter cuidado com os excessos... Não nos fazem bem.

Marcos Pontes disse...

É difícil saber dosar.
Quanto ao livro, tenho não, Maucir.

Anônimo disse...

Continuas questionador, intrigante, ousado, interessado em tudo aquilo que te fustiga a mente e te faz buscar conhecer, evoluir, questionar-se. Continuas a merecer a admiração que um dia me fez entrar no teu espaço, vasculhar tuas gavetas, e a querer mais e mais conhecer os misteriosos caminhos percorridos por tua mente inquieta e tão brilhante.

Lambra-te do Canto da Calunguinha? Lembra-te da Mily?

Afastei-me por um tempo das lides blogueiras, mas não esqueci os amigos que aqui deixei. Estive muitas vezes no teu espaço, sem deixar registro, apenas absorvendo das tuas postagens o que de mais precioso elas possuem: a inquietude de um espírito jovem que não se conforma com o estabelecido, que quer sempre se confrontar com o desconhecido, o inusitado.

Voltei, meu anjo, agora num novo espaço denominado 'somentebia' (http://somentebia.blogs.sapo.pt), Bia de Beatriz (meu verdadeiro nome).

Continuo romântica, gostando de poesia, garimpando preciosidades nos blogues que me atraem, e interessada em conhecer cada vez mais o SER humano.

Quando puderes, vá me visitar. De braços abertos e coração inundado de saudade, te espero.

Ficam pétalas de mimosas flores e um beijo no coração, no desejo de que o caminho que percorres esteja sempre pontilhado de questionamentos.

Anônimo disse...

NOssaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa qnto tempo.....te caçei..rs lembrando o nome do teu blog... teatro da mente.....velho q saudade!!!!!
Bjaum...

Anônimo disse...

Algum e considerável temp-o sem aparecer aqui (o que nunca me foi hábito) e encontro um Maucir um tanto diferente. Três coisas mais me surpreendeu.

A primeira é linguagem. Sua forma de falar ficou mais simples nos últimos posts, o que deve ter contribuído para aenizar a acidez tão característica de seus escritos.

A segunda é o tamanho dos posts. Não só estão mais curtos os últimos, como as letras estão maiores.

A terceira é o amor. Um tema, por si sóm terno e delicosamente exstasiante nas bocas dos opradores, nas pontas dfo desdos dos escritores, nos ouvidos dos músicos, e você preocupado com o tem de uma maneira que muito grato me deixou. Aliás, estou esperando as histórias de amor presente que anunciou.

Sempre gostei de vir aqui. E, dessa vez, gostei de novo.

Ah, uma última coisa.
Na proxima Comelesp (Confraternização das Mocidades espíritas do Leste do Estado de São Paulo) o tema de estudos será: Amo, Log Existo. Serão trÊs dias de estudos. E uma equipe de "pesquisadores" terão aí uns sete meses para preparar os estudos dinâmicos e facilitadores do entendimento do aprendizado adquirido.

Ivan Da Luz disse...

Ah... eu sou um dos coordenadores dos estudos.

Dois livros embasarão nossas discussões, num ponto incicial: Pesquisa Sore o Amor, de Herculano Pires e Unidos pelo amor, de Ermance Duafaux.

Anônimo disse...

É Maucir, vai depender também do que for felicidade pra voce. As vezes, vc se sente feliz até por "se cobrar demais"... ache primeiro o q significa felicidade pra ti, e como sabe quanto exigir-se e aonde pode ir, tá tranquilo... abraços!

Anônimo disse...

Meu querido: tentando aproveitar ao máximo o tempo que me foi permitido para estar visitando blogs amigos, fiquei por aqui nesse teu espaço tão convidativo, apreciando postagens ainda não vistas por mim. As reflexões/homenagem feitas em “As mulheres das nossas vidas” e teu posicionamento expresso de forma tão objetiva no texto “Há algo além da superfície” trouxeram-me momentos onde minhas próprias reflexões encontraram suporte para se ampliarem. Dois textos excelentes!

Mas o que me encantou mesmo foi o teu posicionamento na segunda parte de “Espelhos distintos”. Uma auto-análise onde teu comportamento evidencia uma coragem dinâmica frente à vida e seus problemas, a plena conscientização da própria evolução, a forma como foram superados os obstáculos e tua tenacidade em perseguir ideais e sonhos.

Aos poucos irei tomando conhecimento de tudo aquilo que não tive o prazer de ler na época da publicação.

Como sempre, amigo querido, tua luz incidindo nos teus escritos.

Neste domingo onde a tarde já se anuncia, deixo-te pétalas e beijos com meu carinho, e já desejando que tua semana seja plena de realizações.

Anônimo disse...

Voltei para dizer que adorei tua visita e tua forma de saudar-me nesse reencontro.

Na verdade, meu amigo, eu não saberia precisar o motivo de minha "saída estratégica" bem como de minha volta "desta vez sem alcunha", como te referiste com tanta precisão.

Foram tantos os caminhos/descaminhos que me levaram a tomar, naquela época, a decisão de me afastar, assim como foram diversos os motivos pra voltar... entre eles, a lembrança dos amigos que aqui fiz e com os quais houve tanta identificação, que a voz da saudade calou mais alto dentro de mim.

No entanto eu te prometo, atendendo ao teu carinhoso apelo
"Por favor, não suma mais!" que não mais me afastarei desse mundo que nos propicia tanta coisa boa, que nos mostra tantas pessoas iluminadas (assim como tu), e que nos abre tantas possibilidades de crescimento interior.

Com relação ao post atual, perfeito o enunciado feito por teu amigo. O ideal é que o ser humano não exija muito de si próprio, que deixe sobrar energia e um tempo maior para a busca da felicidade. Essa sim, merece o emprego de uma energia maior.

Ficam mais pétalas e mais beijos, com meu carinho.

Até o próximo momento!

Jaqueline Sales disse...

Tenho algumas dificuldades em aceitar coisas assim, do tipo receitas, Maucir, pois se assim fosse modelos "congitivos-emocionais" como o seu seriam sempre bem sucedidos na vida e mau resolvidos no amor. Acho que cada um tem seu jeito de ser e de não ser, e a receita de sucesso entre esses extremos e exatamente a diferença. Ah, sei lá!!!

BeijUivooooooooooosssssss da Loba

Anônimo disse...

[Respondendo a pergunta que você fez em meu blog] Certamente não! Para se obter certezas, precisa-se questionar , no mínimo, quais certezas são essas! Mas eu também não quero certezas... Já reparou que quando a gente tem certeza de alguma coisa as outras possibilidades não são exploradas? Não quero mais ter dúvidas, nem certezas. As dúvidas sempre me faziam ter a sensação que tinha escolhido a certeza errada. Quanto aos questionamentos que você faz no outro texto, eu os acho muito válidos, mas ao mesmo tempo veio vagos! Perguntas de um adolescente em crise, talvez? Sem querer ofender (longe de mim). As crises são talvez o segredo de uma pessoa aparentemente realizada. Todo mundo um dia se assusta, ou se impressiona com o que se tornou, ou o que está se tornando, como você colocou em seu texto. Quanto à pressão, acho que viver é uma pressão muito louca! Gostei muito de seu blog. Obrigada por ter visitado o meu =D

Anônimo disse...

ERRATA:

"Quanto aos questionamentos que você faz no outro texto, eu os acho muito válidos, mas ao mesmo tempo veio vagos!"

Meio vagos, não veio...

Uma hora dessas ninguem escreve nada direito... =D

Anônimo disse...

A gente anda sumido, né? Eu tenho estado às voltas com a minha saúde, e você??? Espero q esteja td muito bem aí pro seu lado... Um beijo e bom domingo*.*

TonMoura disse...

vou meditar sobre assertiva, depois talvez comente.

somentebia disse...

Olá meu querido! Estudando e trabalhando tanto asssim, que te impede de vir nos brindar com teus escritos tão valiosos?

Saudade, amigo, saudade!

Colhi pétalas de lindas e perfumadas flores, onde acondicionei um beijo para o teu coração, nos votos de que tua noite seja lindamente inundada por doces e realizáveis sonhos.

Ivan Da Luz disse...

Ok, não encontrei post que eu aind anão tinha lido, mas registro minha visita assim mesmo.

Abração.

Sonhei que evocava teu nome, como a clamar pela banção de uma deusa. Havia um mar, e a voz de ondas bem calmas ao fundo, bem como calma é a cumplicidade de nossos corações.

No mar, um barco se aproximava, trazia você, enfeitando a luz que a lua projetava logo atrás de sua silhueta. Suas velas pareciam asas benditas me calando a voz, pois que o momento era para sentir mais que falar.

Me deu a mão, desceu do barco, encantou-me com seus sorrisos, sagrou-me o corpo com seus abraços, massageou-o com seus beijos, e me ofertou seu amor.

Fechei os olhos em alegria, no teu bem e na euforia que estava absorto meu coração.

Pois que me vestiu com tua pele, e por teu calor, quis que ficasse sempre assim, debruçada totalmente em mim.

O que pude lembrar do sonho está nestas palavras.

Não existe um barco, ou asas, ou velas, e nem você é uma deusa. Mas teus sorrisos, teu carinho, seu beijos, seus abraços, embora sejam reais, têm o clima de sonho.

E o sonho tinha seu nome e saudade como sobrenome!