19/04/14

What doesn’t kill me make me stronger

Em algum momento todos ouvimos a história da borboleta e da sua metamorfose. Enquanto lagarta, um sentimento de incompleto, durante sua metamorfose um sofrimento incomensurável, uma vez borboleta, o universo aos seus pés. Se tentarmos prematuramente aliviar o seu sofrimento, o dor da mudança se alivia, assim como a perspectiva de voar.

Assim são as mudanças. Um momento no qual a força gravitacional se inverte, uns empanzinam-se, outros embebedam além dos que se desesperam. Diferente das lagartas e borboletas, nós temos a oportunidade ou azar de nos metamorfosearmos múltiplas vezes ao longo das nossas vidas. Há os que prefiram lagartear para o resto de suas vidas. Eu faço parte dos masoquistas que aguardam ansiosamente pelo próximo voo pela mera possibilidade de um futuro além.

Como se diz em inglês: “No pain, no gain” ou ainda “What doesn’t kill me make me stronger”.


“Só” é preciso lembrar disso durante o período de metamorfose e segurar a onda da forma mais sábia possível.

De constante entre tantas metamorfoses apenas Raul e a sua Metamorfose Ambulante que inspiraram toda a minha vida.

Um comentário:

tarciso disse...

inspirado e inspirador...