No meu primeiro semestre estudando Marketing freqüentei algumas disciplinas compartilhadas com graduandos em Propaganda. Uma delas em especial, dedicava boa parte do conteúdo ao impacto da comunicação (nesse caso, propaganda) nos consumidores finais.
Em uma das abordagens começamos a estudar um pouquinho de neurologia e neurolinguística, em especial as áreas do cérebro que eram afetadas pelos tipos de apelo. Eu adorava. Na época, lembro que me lancei nas leituras sobre isso, começamos até a criar um clã pra fazer alguma coisa a esse respeito.
A professora ficava meio preocupada com as viagens e aprofundamentos que surgiam desde então, mas, fora isso era bastante saudável.
Por sua vez, o aprendizado do inglês pelas diferentes pessoas e caminhos têm movido minha curiosidade nesses tempos. Costumo dedicar minha atenção à investigar sorrateiramente o que as pessoas à minha volta sentem ou vivem a respeito disso por aqui, uma vez que estamos curiosamente vivendo a mesma respiração, apesar dos abismos que diferenciam a todos nós: colombianos, chilenos, sulistas, baianos, paulistas, gente de todo tipo. Como se portam, como pensam, interagem e assim por diante, focando tudo isso no aprendizado da língua.
Definitivamente, os mistérios que separam o céu e a terra são tantos neste assunto também. São inúmeros os métodos e certezas, tanto quanto se pode imaginar. Antes mesmo d'eu deixar soterópolis as opiniões já eram divergentes. Uns achavam que um investimento desse porte sem um estudo prévio a rigor (nesse caso, fazer curso de inglês da imersão no exterior) era besteira, já outros diziam que "esse negócio de curso de inglês aqui é tudo bobagem", além, claro, de todas as variações que podem existir entre esses extremos.
Foi pensando nisso que procurei algumas coisas na internet a respeito: queria entender o que os pesquisadores pensam a respeito, o que eles mensuraram no comportamento e nas possibilidades biológicas humanas, e assim por diante. Muitos dos textos são chatos ou complexos demais pra uma leitura rápida, mas este em especial é bastante nutritivo não tomará muito tempo, caso você deseje estender seu conhecimento um pouco mais sobre o assunto. O texto é de um pesquisador norte americano chamado Stephen Krashen.
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