29/01/09

Os ideais não morreram

Quando fico deprimido, poucos remédios são melhores do que assistir, ler ou ouvir histórias sobre heróis, sejam eles humanos notáveis ou criações simbólicas.
Eu sempre quis ser um herói.

Nessas horas, passam pela minha cabeça motivos pelos quais deveria ter estudado Medicina ou Direito, e mergulhado completamente no altruísmo ao outro. Acho que se tivesse seguido um desses caminhos, seria um daqueles personagens de filmes completamente obsecados por tornar a vida dos outros melhor.
Acredito que não teria qualquer vestígio de vida pessoal, tamanha a imersão, mas ainda sim estaria completamente absorvido e satisfeito pela doação e pela recompensa do ato por si próprio.
Este é o meu lado bom.

A opção da minha profissão é essa tentativa, ao modo da perspectiva pela qual vim ao mundo. É o artifício de dominar o poder para tornar o mundo um lugar melhor.
Em uma realidade sem super poderes, no universo dos homens comuns, é no sentido do poder das organizações que me lancei para cumprir este anseio.
Não acredito que isso seja romantismo. É, talvez, um modo mais justo de viver uma relação de ganhos mútuos expressivos.
Este é o meu lado idealista, combinado com a escolha que fiz, e com a obstinação pelo sucesso extremo.

As minhas idéias e esforço poderiam fazer bem ao mundo por meio do mercado. Gostaria que minha existência servisse a isso.

2 comentários:

Marcos Pontes disse...

Também gostaria que teu sucesso fosse extremo e esse ideal não se quebre com o sucesso absoluto.

Anônimo disse...

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