Parece ser comum e espantosamente aceitável que as novas gerações não apenas não se interessem por política, organização da sociedade, mas que as menosprezem. Sim, a política é traumatizante e nojenta, mas existe uma diferença entre não gostar e completamente se posicionar à margem das decisões de pra onde a nossa sociedade se encaminha.
Quem se preocupará com os direitos dos homossexuais, a censura da internet, os avanços das ditaduras internacionais e dos grupos terroristas ou até a regulamentação dos Bitcoins se as mentes brilhantes das nossas gerações preocupam-se tão somente com os seus salários e promoções?
Essa reflexão sempre me arrepia.
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