Nutrimos ilusões acerca de nós mesmos durante toda uma vida. Seja sobre o que achamos que somos, sobre nossas verdades, sobre quem está ao lado, ou até onde queremos chegar.
Embora o termo ilusão soe efêmero, superficial, tênue, sua importância na esfera da construção do nosso próprio ser é intrínseca e essencial. Ela nos mantêm vivos, por mais medíocre que sejamos.
A quebra de nossas ilusões nada mais é do que a morte de nós mesmos. Uma morte silenciosa, que cala para sempre uma demanda latente, que por toda a vida agiu como o próprio sangue: nutrindo a existência, mesmo que essa existência ou a projeção dela – ilusão – seja apenas fruto de devaneios ou fantasias.
Quebrar ilusões é olhar para si de forma nem sempre é tão simpática quanto a imagem que nutrimos de nós mesmos. A realidade pode ser simplesmente inexorável. Já pensou nisso?
Até onde você está disposto a ir pela quebra das ilusões e a proximidade da realidade?
Reflitam.
Você já pensou que pode não ser tão bom quanto pensa?
Quantas vezes você pensou que tudo aquilo que você pensa sobre você mesmo pode estar simplesmente totalmente errado?
O que você pensa sobre você é uma ilusão ou uma realidade?
Quem é você?
Ganhe dez minutos pensando nisso.
4 comentários:
Refletir é essencial pra sobrevida. Que bom que está refletindo! Bjo. Não há motivo para estar zangada com vc, pelo contrário, te gosto muito, estava com saudade "desse" Maucir.
A gente é aquilo que o outro vê... ou não???...rs...
Mistéeeeerio!
Linda noite pra você*.*
tem certas coisas que prefiro não saber...
Somos aquela eterna mistura... o que exteriormente vemos de nós mesmos, o que a fala do outro nos diz do seu olhar sobre o que vê em nós, e aquilo que realmente somos, e que, muitas vezes preferimos ignorar.
Somos o que somos naquilo que não queremos ver para não nos decepcionar.
Corre-se o risco de pensar ser alguma coisa que não somos, movidos apenas pela percepção do momento.
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