A reflexão é um mergulho tantas vezes doloroso, em um lugar onde só há consciência e convicção. Em meu caso, muito mais consciência que convicção.
Cooper. Gosto de correr pela cidade. O frio e o vento advindos do inverno me fazem pensar que estou vencendo mais etapas na minha luta contra o ostracismo natural. O ostracismo natural imobiliza as mentes brilhantes, transforma mentes fantásticas em máquinas de repetir o acontecido de ontem. Correr por lugares desconhecidos faz com que minha mente ganhe outros parâmetros de vôo. Acredito que, quando saímos de nossas órbitas e nos propomos a desvendar o desconhecido, a simples saída de nossa zona de conforto faz com que nossas mentes evoluam. Evoluir é fundamental, pra mim.
O monge e o executivo, de James Hunter; e Televisão Subliminar, de Joan Ferres, são as obras que tem iluminado as trevas da ignorância. Ignorância da qual nenhum de nós está livre, embora na maioria das vezes tenhamos tanta convicção de que estamos à sua margem. Nos consideramos tão bons que esquecemos o quanto somos pequenos. Há demasiada preocupação em dar manutenção a uma imagem que terceiros têm de nós, enquanto nossas essências se perdem entre nossos egos e escarros. A ignorância permite que critiquemos as posturas alheias com toda a razão de quem tem as verdades à mão, e o melhor de tudo, sem saber sequer quem é o próprio eu.
A reflexão é um merguho tantas vezes doloroso, em um lugar onde só há consciência e convicção. Em meu caso, muito mais consciência que convicção.
11 comentários:
Eita como esse menino tá falando bonito, ultimamente. Submergir, de fato, é um exercício por vezes doloroso - mas se acompanham corpo e mente o movimento - a mente no mergulho e o corpo na atividade - acontece uma quase perda da consciência e alguns flashes de iluminação. É um desligar-se para se tornar ligado! Eu devia fazer isto também...
Acho que tenho mais convicções que reflexões. Continuo não me analisando, existe algum monstro que não faço qualquer questão de encarar.
Prefiro refletir. precisamos de cuidado com nossas convicções. Precisamos de contra-argumentos para testar-avaliar-validar a fragilidade, ou não, de nossas convicções. É que somos o que sentimos, mas nem sempre o que pensamos.
Olá!
Fiquei feliz com a notícia! "Casa nova, vida nova". Espero que a casa nova traga muitas mudanças positivas.
Pelo jeito está levando uma vida saudável, cooper é muito bom, principalmente porque deixa a perna durinha rsrs, ops, no seu caso "mantêm". :)
Gostei do texto, muito bem escrito!
As pessoas que nutrem um sentimento de superioridade, auto-suficiência, são antes de tudo burras, pois vivem no escuro em um mundo estático, e acabam se fechando para "outras verdades". Por isso, fico do lado dos anões. :)
Ah, sobre o blog, as postagens ainda não começaram, só alguns membros que estão se apresentando. Já falei com o Thiago p/ mandar o convite.
Bjs:**
As reflexões que nos 'obrigam' a um encontro com o nosso 'eu' mais profundo são realmente dolorosas.
Um beijo no coração!
Maucir, primeiro quero agradecer o comentário ao texto publicado no "Crônicas" apesar de que muitos que ali foram, não sairam da zona de conforto. Leram, não pensaram e não comentaram.
Vixe! Não estou reclamando. Só para ilustrar um exemplo de como as pessoas procrastinam o pensamento e não oxigenam o cérebro!
E quando cansamos, queremos férias da humanidade!
Beijus
O monge e o executivo? Li, gostei, tento aplicar no trabalho. Mas acho exagero essa afirmaçao de responsáveis por retirar as trevas da ignorância.
Concordo plenamente sobre a reflexão. Acredito qeu podemos melhorar a cada dia. Basta ter autocrítica.
abraços reflexivos.
(Ah, bom frio. Aqui, no NOrte, chove e faz um cadim de frio)
Menino Mau, n somo assim n!!! Qndo tiver com net n esqueça de me avisar tá? saudadeeeeeeeeee!
bjs:**
*n somE
Obs.: estou com a campanha Conheça a Koly! mais informações, no Vertentes de Mim!
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